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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Roriz está inelegível pelos próximos 16 anos, com base na Ficha Limpa


Roriz está inelegível pelos próximos 16 anos, com base na Ficha Limpa

Ana Maria Campos

Publicação: 28/10/2010 08:00

Por analogia, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que Joaquim Roriz (PSC) está mesmo inelegível nestas eleições. Ao contrário do que ocorreu no julgamento do recurso do ex-governador do Distrito Federal, quando o empate no plenário sobre a aplicação da Lei da Ficha Limpa provocou um impasse, na sessão de ontem, ao discutir caso semelhante envolvendo o deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA), os ministros chegaram a um resultado. O placar permaneceu dividido sobre a constitucionalidade do uso da nova norma neste ano. Mas por sete votos a três, eles resolveram que, diante da falta de uma posição majoritária no STF, vale a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o assunto.

Na prática, significa dizer que os políticos que renunciaram a mandato para escapar de cassação não poderiam obter registro de candidatura a cargos eletivos neste ano. Com isso, Joaquim Roriz, caso insistisse em concorrer ao quinto mandato de governador, estaria agora numa situação complicada. Se não tivesse sido substituído pela mulher, Weslian Roriz (PSC), e passasse para o segundo turno com Agnelo Queiroz (PT), Roriz estaria impedido de permanecer no páreo. Como o petista não alcançou mais de 50% dos votos válidos, o terceiro colocado nas eleições, Toninho do PSol, seria convocado para o embate do próximo domingo.

[FOTO2]Roriz está fora das disputas eleitorais pelos próximos 16 anos. Ele agora só poderá se candidatar em eleições no Distrito Federal em 2026, quando terá 90 anos. A Lei da Ficha Limpa estabelece que quem renunciou quando já era alvo de representação por quebra de decoro parlamentar fica inelegível pelo período de oito anos a contar do fim do mandato ao qual abriu mão. Roriz ficaria no Senado até fevereiro de 2015. Somando-se mais oito anos, ele só poderia voltar a concorrer a partir de 2023. No Distrito Federal, porém, a eleição seguinte só ocorrerá em 2026. Apesar de ter sido substituído pela mulher, o ex-governador terá imagem exibida na urna eletrônica.

Na sessão de ontem, o caso Roriz foi considerado parâmetro, principalmente para o ministro Gilmar Mendes, que fez um contundente voto contra a Lei da Ficha Limpa. Em vários momentos exaltado, o ex-presidente do STF repetiu diversas vezes considerar que a cláusula da renúncia foi incluída na nova norma de moralização das eleições por parlamentares da base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Esta é uma lei casuística para ganhar eleição no tapetão”, afirmou. E acrescentou: “A inelegibilidade pela renúncia foi incluída na Lei da Ficha Limpa de forma casuística com foco na eleição do DF”. Na avaliação de Gilmar Mendes, aliados do PT, como Jader e Paulo Rocha (PT-PA), que disputaram eleição ao Senado no Pará, acabaram sendo atingidos, mas não eram o foco.

A posição de Gilmar não obteve consenso. Como no julgamento do processo de Roriz, os ministros Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Carlos Ayres Britto e Ellen Gracie consideraram a Lei da Ficha Limpa perfeitamente aplicável nas eleições deste ano. Permaneceram contrários os ministros Cezar Peluso, que preside o STF, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Dias Toffoli, além de Gilmar Mendes. “Discordo em gênero, número e grau de todo o raciocínio jurídico do ministro Gilmar, embora o respeite”, rebateu Ayres Britto.

Dessa vez, no entanto, os ministros do STF chegaram na sessão dispostos a resolver o impasse para evitar um novo constrangimento, como o ocorrido no julgamento do recurso de Roriz. Mas a forma de desempate também provocou discussão no plenário. Prevaleceu tese defendida pelo decano, Celso de Mello, segundo a qual para superar o impasse, como não houve maioria para derrubar a constitucionalidade da lei, vale a decisão anterior. O TSE negou o registro da candidatura de Jader e de Roriz.

Articulação
O assessor de comunicação de Roriz, Paulo Fona, admitiu ontem que a decisão do STF juridicamente valeria para o caso de Roriz. Mas a equipe do ex-governador preferiu se basear nas palavras de Gilmar Mendes. “Que se reproduza e se ouça as palavras do ministro Gilmar. Ele deixou claro acreditar que houve uma articulação política para impedir a candidatura do (ex) governador Roriz, com a marca do PT”, afirmou Fona. Segundo ele, Roriz sempre acreditou que houve no Congresso a inclusão de forma casuística da cláusula que tratou da inelegibilidade em casos de renúncia de mandato. “Temos informações de que isso foi engendrado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, com o apoio do (Tadeu) Filippelli”, completou.

Filippelli negou qualquer articulação neste sentido. “Como poderia ser contra uma lei que busca aperfeiçoar o processo político? Caso eu fosse considerado ficha suja, teria vergonha de recorrer para tentar impor uma candidatura minha”, afirmou o vice na chapa de Agnelo Queiroz (PT). “Aplaudo a Lei da Ficha Limpa”, acrescentou.

Entenda o caso
O alcance da norma
Em abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei da Ficha Limpa, que criou novos critérios de inelegibilidade. A norma alcançou políticos que renunciaram ao mandato para escapar de processo de cassação quando já eram alvo de representação por quebra de decoro. A medida atingiu o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que tentou se candidatar a novo mandato no Palácio do Buriti.

Com base na Lei da Ficha Limpa, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) negou o registro da candidatura de Roriz. A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por seis votos a um. O ex-governador, então, apresentou recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) em que contestou a constitucionalidade da aplicação da Lei da Ficha Limpa nestas eleições. Os advogados de Roriz sustentaram os princípios da anualidade, da presunção da inocência e da irretroatividade da lei.

No STF, o debate no julgamento ocorrido no dia 23 de setembro foi intenso e acabou em empate de 5 a 5. Os ministros Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa decidiram que a lei está em pleno vigor, uma vez que os critérios de inelegibilidade são condições a serem cobradas no momento do registro da candidatura. Gilmar Mendes, Cezar Peluso, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli entenderam que a lei só poderia valer agora se tivesse sido sancionada um antes da data da eleição.

No julgamento, os ministros não conseguiram sair do impasse provocado pelo empate. A discussão sobre como desempatar também dividiu o plenário. Sem uma decisão, Roriz optou por não correr o risco de enfrentar a eleição e não conseguir autorização judicial. Em caso de vitória, corria o risco de não ser diplomado governador. Por isso, renunciou à candidatura ao GDF e colocou a mulher, Weslian, em seu lugar. O registro da candidatura de Weslian foi deferido na véspera do primeiro turno, com o voto de desempate do presidente do TRE-DF, João Mariosi. (AMC)

Família receberá indenização
A família da professora Íris Roriz Solano, irmã mais nova do ex-governador Joaquim Roriz, morta no dia 1º de janeiro de 2000, ganhou, na Justiça, o direito a indenização. Iris foi atingida pela hélice do helicóptero após descer da aeronave na casa de Roriz, no Setor de Mansões Park Way. As empresas Moreto Táxi Aéreo e Helimed Aero Táxi terão que pagar R$ 320 mil, e por dano material e R$ 3 mil de despesas referentes ao funeral ao marido, o jornalista Luiz Solano e aos três filhos do casal. O marido e os três filhos receberão R$ 80 mil cada.

Os valores foram reduzidos. Em primeira instância, o pagamento por danos morais seria de R$ 953 mil, e R$ 5 mil pelas despesas com o enterro. A 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) entendeu que a morte do passageiro é responsabilidade do transportador. Com base no Código Brasileiro de Aeronáutica, os desembargadores julgaram que o piloto da aeronave contribuiu para o acidente ao deixar de observar procedimentos de segurança obrigatórios, além de ter mantido o motor ligado.

A Moreto Táxi Aéreo, que não estaria em condições de prestar os serviços, subcontratou a Helimed Aero Táxi, proprietária do helicóptero Esquilo B2, na data do acidente. A primeira alegou, para se defender, que não prestava serviço para o GDF na data do acidente. A segunda argumentou a vítima foi culpada pela fatalidade. Para os desembargadores, o vínculo entre as empresas ficou claro pelo tipo de contratação.

O acidente aconteceu no início do segundo mandato de Roriz, quando Iris foi à residência do ex-governador buscar uma imagem de Nossa Senhora da Aparecida para a reinauguração da Residência Oficial do Governador, em Águas Claras. A professora desceu do helicóptero pelo lado direito e contornou a aeronave por trás, ao contrário do que determinam as normas de segurança. Ela foi atingida pelas pás da hélice na cabeça e no tórax e morreu na hora. Os seguranças ainda teriam gritado para avisá-la, mas Iris não teria ouvido os chamados, por causa do barulho da aeronave.

Hélio Bicudo declara voto em José Serra


Sister Hazel - All For You (Legendado)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

VEJA Entrevista: Aloysio Nunes Ferreira Filho (parte 1/4)

Veja a entrevista feita em agosto de 2009 com Aloysio Nunes Ferreira

Paulista de São José do Rio Preto, Aloyzio Nunes Ferreira estudou Direito no Largo de São Francisco e ali começou, na presidência do Centro Acadêmico XI de Agosto, a carreira que o transformaria num doutor em política. Exilado na França até a decretação da anistia em 1979, ele foi deputado federal, vice-governador, ministro da Justiça no governo de Fernando Henrique Cardoso e secretário municipal na administração do prefeito José Serra. Filiado ao PSDB, hoje chefia a Casa Civil do governo de São Paulo e é o responsável pelas articulações políticas. Na entrevista dividida em quatro partes, diz o que pensa sobre a crise no Senado, compara o Congresso atual ao que conheceu, comenta a figura e o estilo de Serra, fala da sucessão presidencial, critica a tentativa de apropriação do Rodoanel e do metrô paulistano pelo PT, lamenta o pouco espaço reservado pela imprensa a notícias sobre realizações administrativas e diz que, embora não saiba qual cargo vai disputar, será candidato em 2010.

VEJA Entrevista: Aloysio Nunes Ferreira Filho (parte 2/4)

VEJA Entrevista: Aloysio Nunes Ferreira Filho (parte 3/4)

VEJA Entrevista: Aloysio Nunes Ferreira Filho (parte 4/4)

Serra contra Aborto. Eleições 2010.




No vídeo divulgado em 18 de setembro, José Serra informa que não mudou de ideia sobre a questão do aborto. Na campanha presidencial de 2002, por exemplo, o candidato do PSDB avisou que não pretendia modificar a legislação em vigor. “Não sou a favor da legalização do aborto”, reiterou. “Se você liberar isso, a margem para o abuso vai ser uma coisa descomunal”.

Passados oito anos, não viu motivos para mudar de opinião. “Eu não mexeria na atual legislação, que permite aborto no caso de estupro e risco de vida da mãe”, declarou em 21 de junho. “Considero o aborto uma coisa terrível. Num país como o nosso, seria liberada uma verdadeira carnificina”.

Dilma Rousseff sempre divergiu de Serra. “Acho que tem de haver descriminalização do aborto”, disse em 2007. “No Brasil, é um absurdo que não haja”. Dois anos depois, o discurso continuava intacto: “Abortar não é fácil para mulher alguma”, ressalvou em 2009. “Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa par que não haja a legalização”.

A abertura oficial da temporada de caça ao voto desencadeou a metamorfose surpreendente. “Tanto eu quanto o presidente Lula não defendemos o aborto”, desmentiu-se em 22 de julho deste ano. “Defendemos o cumprimento estrito da lei”.

Nesta terça-feira, a conversão se consumou: “Eu não tenho o menor problema de tocar nas questões religiosas”, acaba de descobrir. “Minhas propostas têm tudo a ver com todas as religiões do Brasil. Eu sou de uma família católica. Eu sempre fui a favor da vida. Eu tenho uma proposta de valores. Um princípio nosso de valorizar a vida em todas as suas dimensões”.

Se souberem avaliar as dimensões do milagre, todos os chefes religiosos do mundo começarão a rezar para que o País do Carnaval realize uma eleição por semana. Em dois meses, não restaria um único ateu em território brasileiro.
Ed.

SE ALGUÉM QUISER DESMENTIR O QUE DILMA PENSA SOBRE O ABORTO, MOSTRE ESTES VÍDEOS.dilma_aborto.flv


domingo, 24 de outubro de 2010

Barbra Streisand - Woman in Love


Celine Dion - Because You Loved Me

Gonzaguinha - Ponto de Interrogação, Grito de Alerta, Explode Coração......

EU APENAS QUERIA QUE VOCÊ SOUBESSE

Eu Apenas Queria Que Você Soubesse - Gonzaguinha

Em vez de combater os crimes, querem calar quem os descobre?

Mais respeito pela mentira

Zé Dirceu, Lula e outros em reuniao secreta

Erenice Guerra, o orgulho de Dilma.

As verdades sobre Dilma Rousseff

ARNALDO JABOR - Carta de Erenice Guerra -- A Ideologia Dominante

Arnaldo Jabor sobre a saída de Erenice Guerra do Ministério da Casa Civil


DILMA DESTRUIRÁ O BRASIL. Na liderança de Lula o Brasil pode caminhar para uma ditadura civil, alerta Hélio Bicudo


“HÉLIO BICUDO” FALA EM ENTREVISTA doque se transformou a legenda nos dias Atuais. Sob liderança de Lula o Brasil pode caminhar para uma ditadura civil, alerta Hélio Bicudo

‘País pode caminhar para ditadura civil’
Hélio Bicudo Ex. PETISTA e FUNDADOR DO PT

Hélio Bicudo Ex. PETISTA e FUNDADOR DO PT

Hélio Bicudo:

Eduardo Anizelli/Folha

Durante 25 anos, a biografia de Hélio Bicudo enfeitou os quadros do PT. Com o passar do tempo, o promotor franzino tornou-se um estorvo. Em 2005, ano do mensalão, achou que era hora de se desfiliar.

Na semana passada, Bicudo, 88, voltou ao meio-fio em defesa da democracia e da liberdade de imprensa. Uma reação a Lula. Acha-o diferente do Lula de quem fora vice, nos anos 80, numa chapa que disputou o governo de São Paulo.

Em entrevista veiculada neste domingo (26) em ‘A Gazeta’, Bicudo declara: sob a liderança de Lula, “o Brasil pode caminhar para uma ditadura civil”. Vão abaixo algumas de suas declarações:

- A democracia está sob ameaça?
Acho que sim, porque o presidente da República ignora a Constituição, se acha acima do bem e do mal, e, com uma vitória que está delineada em favor da sua candidata, concentrará todos os poderes da República em suas mãos, além do apoio da maioria dos Estados e da população em geral. Com uma pessoa com esse potencial, e que não vê no ordenamento jurídico do país a maneira de estabilizar as discussões e debates, o Brasil pode caminhar para uma ditadura civil, sem dúvida.

Depois de 25 anos no PT, imaginou que isso pudesse acontecer?
De início, não, mas no final, achava que aconteceria essa reviravolta. Foi marcante aquela carta aos brasileiros que Lula escreveu antes da sua primeira eleição, demarcando uma posição muito mais para o neoliberalismo do que para o socialismo.

- Vê diferenças entre o neoliberalismo de FHC e de Lula?
Não há nenhuma diferença, porque quem comanda as decisões políticas hoje, como ontem, é o próprio capital.

- O PT indicava uma prática diferente?
O PT fazia uma oposição bastante forte nos governos Sarney e Fernando Henrique. A partir do governo Lula, a unanimidade popular que ele foi conquistando afastou a oposição do seu caminho.
E o que aconteceu?
Sobre o mensalão e os outros atos de corrupção apontados, nada se fez. Quando Lula diz que é presidente da República até sexta-feira à noite, e depois fecha a gaveta e só volta na segunda-feira, pratica crime de responsabilidade. Afinal, como presidente ele jurou obedecer às leis do país. E a Constituição não permite que um presidente da República participe da campanha eleitoral como ele está participando. É crime que leva ao impeachment, mas nem os partidos políticos, nem a sociedade civil movem nenhuma pedra contra isso.

- O que esperar de Dilma?
Quem continuará mandando no país vai ser Lula. Dilma diz que ela é o Lula. Então as coisas continuarão como estão, com a mesma corrupção, o mesmo manejo da coisa pública.

- Imaginava voltar às ruas em defesa da democracia?
A gente fica frustrado, depois de uma longa luta em prol da democracia, ver o que estamos vendo. E acho que não temos democracia, até pela maneira pela qual se conduz a vida pública, onde um grupelho toma conta do governo, pondo nele seus parentes, seus amigos… Não é o governo do povo. Veja a própria constituição do Supremo Tribunal Federal, onde não se fez uma consulta maior para a escolha dos ministros. Ela foi pessoal, feita pelo próprio presidente. Leis passam na Câmara e no Senado, por atuação da presidência da República, que transformou o Legislativo em algo sem a menor expressão. Quem manda no país, passa por cima das leis é ele, Lula. Vai eleger a presidenta que fará o que ele quiser.

Como vê Lula?
Um homem inteligente, que poderia usar essa inteligência para implementar e fortalecer a democracia no país, mas optou por incrementar o poder pessoal. [...] Ele sempre mandou no partido, afastou as lideranças que pudessem competir com ele. É o dono, sente-se acima do bem e do mal.

- Os escândalos e o ‘eu não sabia’:
Ele sabia de tudo, deixou as coisas escaparem. A oposição não atuou e, hoje, chegamos onde estamos.

- Incompetência da oposição?
Foi inexistência de oposição.

- A saída do PT, em 2005:
Saí porque achei que o partido não estava trilhando a estrada que havia traçado no seu nascedouro. Ele deixou de representar o povo. Pode até ter o voto do povo, mas representa os interesses daqueles que o comandam.

- Lula e a imprensa:
Olha, Lula vive dizendo que a imprensa o prejudica. Eu acho que é o contrário. [...] A imprensa tem ajudado Lula e seus candidatos. Você não pega um jornal, um programa de televisão, que não exiba um retrato dele. O povo não vê o que está escrito além da manchete. Funciona como propaganda.

- Lula e a popularidade:
Mis-en-scène… Pergunto: com tudo isso, o que o Brasil conseguiu, do ponto de vista internacional? Zero. A questão da popularidade não tem relação com a eficiência. Olha o caso do Irã. Tem maior vergonha do que isso? Nossa política externa é péssima. O Brasil não conseguiu colocar uma pessoa em cargo relevante no conceito internacional. Em matéria de Direitos Humanos, botaram lá em Genebra uma pessoa jejuna nessa área.
- O ‘ato contra o golpismo midiático’, com CUT, UNE, movimentos sociais e políticos governistas:
Lula sempre diz que há uma revolução midiática para retirá-lo do poder. Os pelegos dele é que fizeram o movimento em contrário ao nosso.

- O manifesto pró-liberdade de expressão:
Ontem, mais de 20 mil pessoas já tinham assinado o nosso documento. A semente foi plantada, e agora depende da sociedade. Porque o problema é também de pós-eleição. Repetindo o que já foi dito: se você não vigia, não tem democracia. Deve-se vigiar permanentemente quem governa o país, para que não haja desvios. Seja quem for eleito, independentemente do partido político.

- Vê méritos neste governo?
A questão é: o que o governo pretende com sua atuação? Para mim, só autoritarismo.

- O convívio com Lula:
Sim, mas os tempos mudaram completamente. Ele acabou com as lideranças do partido, e lançou uma pessoa que nem era do partido, tradicionalmente, à presidência. Hoje o PT não tem diferença nenhuma dos outros partidos.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Verdade pode ser dura demais...Mas é necessária!

A Verdade pode ser dura demais...Mas é necessária! Com Dilma, teremos de volta todo o BANDO da Corrupção no Nosso BRASIL!
Não podemos esquecer dos Corruptos que acompanham Dilma e Lula!
Só para lembrar: Assista estes vídeos...Vote Certo...Não Vote em Dilma!


http://www.youtube.com/watch?v=GK4hg9UJThc&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=8NPtNaW0wNI&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=pDGVG0jo_nQ&feature=related

Arnaldo Jabor e o Brasil contra Dilma !

domingo, 17 de outubro de 2010

Humor na Caneca - Mhel Marrer

Dani Calabresa no Jô - O Bafudo e o Carnaval de Salvador - HQ 28/9/2009

Dani Calabresa no Programa do Jô (parte 1)

Christian Pior e Dani Calabresa, em Dô, Num Dô no RJ

Dani Calabresa imitando luciana gimenez

Dani Calabresa no Programa do Jô (parte 2) - Humor da Caneca (Stand Up C...

Dani Calabresa no Programa do Jô (parte 1)

ESCRITOR SOLTA O VERBO EM LULA NO PROGRAMA DO JÔ

sábado, 16 de outubro de 2010

Porque você ama quem você ama - Artigos - Msn Encontros

Porque você ama quem você ama - Artigos - Msn Encontros: "Porque você ama quem você ama

– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

Tá difícil se relacionar? Aproveite para amadurecer!


A maioria de nós certamente já passou por crises no que se refere aos relacionamentos. Ora por estar em um no qual definitivamente não consegue se entender com seu par; ora, muito pelo contrário, por não conseguir sequer começar uma relação.

Nessas fases, em vez de aproveitar para identificar e tentar crescer com as dificuldades apresentadas e as defesas usadas ou simplesmente vivenciar a solteirice com prazer e inteligência, desperdiça o tempo responsabilizando o outro por suas frustrações e angústias ou vestindo a carapuça de vítima das circunstâncias.

Segundo Jung, criador da Psicologia Analítica, um relacionamento amoroso é a possibilidade mais eficiente e produtiva de autoconhecimento, amadurecimento emocional e ganho de autonomia que pode existir. Não é difícil acreditar nessa teoria se considerarmos que realmente não é nada fácil manter a qualidade da relação na convivência, especialmente depois de algum tempo compartilhando intimidades.

O fato é que exercitar e trocar sentimentos com alguém nos coloca – inevitavelmente – diante de nossas sombras, limitações e questões mal resolvidas. Claro que sempre temos a opção de não admitirmos. Sempre podemos nos recusar a reconhecer nossos “bichos” internos. Ou ainda, podemos adotar o lugar de “donos da razão” e atribuir o fracasso exclusivamente ao outro.

Sim, porque é praticamente automático justificarmos nosso ciúme por conta do que consideramos excesso de simpatia do nosso par, nossa raiva por conta do que julgamos como seu irritante jeito de ser, nossa intolerância por causa do que chamamos de sua teimosia. Enfim, o que mais fazemos, em geral, é encontrar explicações que nos parecem bastante razoáveis para nossas atitudes inconstantes ou desequilibradas.

No entanto, obviamente, essa alternativa não é a mais construtiva e, em última instância, servem mais para intensificar o sofrimento dos envolvidos sem que cheguem a um consenso ou solução satisfatória.

Minha sugestão é para que, encontrando-se mergulhado profundamente numa crise de relacionamento, em vez de desperdiçar seu precioso humor apontando o dedo ao outro e fazendo acusações que não servem para nada senão para piorar a situação, você aquiete-se e se questione: “o que é que a vida está tentando me ensinar? De que forma posso aproveitar esse caos para me tornar mais crescido e preparado para lidar com as relações afetivas?”.

O fato é que sempre temos algo a aprender com nossas relações. O outro é, sem dúvida, durante uma crise, um disparador de sentimentos ruins e difíceis. Porém, aí pode residir sua grande chance de se rever, de descobrir seus pontos fracos e buscar formas mais equilibradas e maduras de resolver os conflitos.

No final das contas, a diferença entre quem passa a vida toda patinando de relação em relação e quem tem o privilégio de viver um amor de gente grande, que vale a pena e que tem poder de grandes e importantes transformações é, sem sombra de dúvida, o modo como cada um usufrui dos momentos de crise: ou aprendendo e amadurecendo ou culpando deliberadamente o outro. A escolha é sua, felizmente!
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Dra. Rosana Braga

Superando frustrações em busca de um novo amor


É grande o número de pessoas que escrevem mensagens para o Seja+ por estarem preocupadas com suas futuras relações. Em geral, trata-se de homens e mulheres que tiveram frustrações em relacionamentos anteriores e que, por esta razão, temem uma nova decepção. Muitos se consideram mais desconfiados, pessimistas, ou mesmo mais amargurados, do que já foram antes. O motivo para isso é razoável: se o relacionamento anterior terminou e trouxe sofrimento e, mais do que isso, se houve uma grande decepção com alguém em quem havia muita confiança, por que confiar em outras pessoas? Como acreditar novamente no amor, se a última experiência foi frustrante? Embora considere que o temor de todos os que nos escrevem seja compreensível, tenho algumas reflexões a fazer sobre o assunto.

Em primeiro lugar, algo não muito animador, porém extremamente verdadeiro: sofrimentos são inevitáveis. E não estou me referindo apenas ao amor e aos relacionamentos, mas a tudo na vida. Gosto de fazer uma analogia entre diferentes experiências da vida e o aprendizado de andar de bicicleta. Para aprender a andar de bicicleta sem rodinhas, é necessário cair. É quase impossível alguém tirar as rodinhas e se equilibrar perfeitamente, sem cair sequer uma vez. Cair, portanto, faz parte do processo. É desagradável, às vezes dói, gera frustração... Mas é necessário. Quem cai uma vez e desiste não aprende a andar de bicicleta. Para aprender, é preciso que a queda não signifique o fracasso total. Pensando assim, a pessoa cairá uma, cinco, dez vezes... Mas aprenderá. Com os relacionamentos amorosos, guardando-se as devidas proporções, o processo é semelhante. Embora existam pessoas que passam o resto da vida com seu primeiro amor, isso não é o mais comum. Geralmente o que acontece é que nos relacionamos, nos frustramos, amamos novamente, temos novas decepções, nos relacionamos de novo, e por aí vai. Quem desiste diante da primeira frustração não consegue se relacionar novamente. O que quero dizer é que, assim como a queda no processo de aprender a andar de bicicleta, as frustrações e as tristezas fazem parte do processo de se relacionar. Chega um momento, no entanto, que deixamos de cair, ou seja, conseguimos ter relações satisfatórias e com um desfecho feliz.

Se parece desanimador pensar que o sofrimento faz parte do processo, é importante ter em mente que ele pode levar ao crescimento, ao amadurecimento. Isso acontece quando usamos nossas experiências dolorosas em nosso favor, e não contra nós mesmos. Deixe-me exemplificar, e talvez o que estou dizendo fique mais claro. Joana pode ter tido uma experiência frustrante com seu parceiro, que a decepcionou e a fez sofrer, o que culminou com o fim da relação. Joana pode passar a temer novos relacionamentos, por acreditar que poderá viver novamente a mesma situação. Diante desse temor, recolhe-se e não se dá a oportunidade de ter novas experiências. Maria teve uma vivência parecida com a de Joana. Também teve decepções e tristezas em seu último relacionamento. A diferença, no entanto, é que Maria pôde olhar para sua experiência e aprender com ela. Maria percebeu que poderia ter conduzido determinadas situações de modo diferente e que poderia ter agido de outra maneira em outras ocasiões, o que daria um desfecho diferente à sua história. A diferença entre Joana e Maria é que a primeira caiu da bicicleta e desistiu de aprender. Já Maria não, ela caiu, analisou o por quê da queda e decidiu tentar novamente. Maria, portanto, aprendeu com a experiência que teve, e pôde crescer a partir da frustração.

Nossas duas personagens fictícias se parecem muito com as pessoas reais. Há aquelas que se deixam abater com experiências dolorosas e acabam desistindo, mas há também outras que usam essas mesmas vivências em seu favor. Por esta razão, já que não se pode evitar a frustração nos relacionamentos, é essencial que elas sirvam como aprendizado e possam levar ao amadurecimento. Para isso, é importante poder ter um olhar crítico para si próprio e para a relação. O que levou ao término? Como cada um contribuiu para isso? Qual a própria parcela de responsabilidade na frustração vivenciada? Aliás, antes mesmo de refletir sobre o fim da relação, há outras perguntas importantes: como a escolha do parceiro foi feita? Será que os critérios de escolha continuam os mesmos? Poder olhar para si mesmo pode ser um exercício complexo, mas é essencial. Mais do que culpar o outro pelo desfecho infeliz da relação, é necessário poder pensar na própria participação na história.

Outra coisa importante de ser pensada é que o futuro não precisa ser uma cópia do passado. Desta forma, se houve uma (ou mesmo mais de uma) experiência frustrante, isso não quer dizer que uma pessoa só terá vivências desse tipo. Geralmente as experiências se repetem quando não somos capazes de entender bem o que aconteceu, quando não podemos olhar para nós mesmos e identificar como colaboramos para a situação. Se repetem, portanto, quando não somos capazes de aprender com a experiência. Se usarmos a vivência que tivemos em nosso favor, estaremos atentos para que situações semelhantes não ocorram. Se concluirmos, por exemplo, que nossa escolha não foi a melhor, mudaremos a maneira de escolher um parceiro. É importante ter em mente que nosso futuro e nossas relações nos pertencem, somos nós quem tomamos um caminho ou outro. As pessoas que dizem “atrair” determinados parceiros ou relações problemáticos em geral não conseguem ver o quanto elas próprias buscam tais situações.

Espero que essas reflexões possam ajudar aqueles que estão aflitos com a ideia de que as frustrações que tiveram podem vir a se repetir. Não é que isso não possa acontecer. Assim como no caso da bicicleta temos várias quedas até aprendermos, no caso dos relacionamentos às vezes também são necessárias várias decepções. O importante é usar essas decepções como um aliado e não como um inimigo que nos leva a recuar. Por isso, não devemos temer novas relações nem novas quedas. O tempo e as experiências fazem com que possamos experimentar o prazer de andar sem rodinhas sem cair.

Dra. Mariana Santiago de Matos

Você escolhe ou é escolhido?


Que a vida é feita de escolhas, não resta dúvida. Escolhemos a todo o momento, seja consciente ou inconscientemente. Inclusive, até a decisão, também consciente ou não, de não escolher, é uma escolha. E algumas vezes, uma das mais perigosas!

Acontece que, por falta de autoconhecimento ou até mesmo por medo de descobrir que o momento é de esperar e de não saber lidar com a ansiedade dessa espera, muitas pessoas se deixam escolher e depois simplesmente se lamentam pelas conseqüências, como se nada pudessem ter feito.

Quando se trata de relacionamentos amorosos, a preferência por se deixar escolher é mais frequente do que imaginamos. Talvez seja a razão por que tantas pessoas se dão conta, depois de algum tempo, do quanto poderiam ter evitado algumas catástrofes emocionais se tivessem sido mais imperativos no momento da escolha, se tivessem dado ouvidos à sua intuição ou aos sinais que a vida mandou... Porque ela sempre manda!

Sim, é verdade que existe um dito popular avisando que “quem muito escolhe acaba escolhido”. Entretanto, o lembrete serve para nos alertar sobre o excesso de críticas, o orgulho exagerado ou a análise que paralisa, que impede a tomada de decisão.

Ou seja, o ideal é aprender a calibrar o coração para que não haja nem negligência no ato de decidir se é hora de exercitar o amor ou de esperar, nem um medo sem sentido de tentar de novo. Pessoas carentes demais, que aceitam qualquer relacionamento para aplacar seu pavor de ficar só e ter de encarar a si mesmo e suas limitações, certamente vão terminar e começar relações sem se questionarem qual o aprendizado, qual o amadurecimento para um futuro encontro que seja mais satisfatório e harmonioso.

Por outro lado, pessoas críticas demais, orgulhosas demais ou que morrem de medo de se entregar a uma relação e vir a sofrer, também pagarão um preço alto, muitas vezes amargando a solidão e se privando da alegria e do privilégio de vivenciar o amor.

Minha sugestão é para que você, em primeiro lugar, tenha muito claro para si o que realmente deseja viver quando o assunto é amor. O que tem para oferecer? Quanto se sente preparado para lidar com as dificuldades que vêm à tona num relacionamento, sejam elas ciúme, insegurança, falta de autoestima, ausência do outro, diferenças de ritmo, etc.? Quanto já aprimorou sua habilidade de se comunicar, de falar sobre o que sente, o que quer e, principalmente, de ouvir o outro e tentar uma conciliação sempre que necessário?

Depois, com um mínimo de autoconhecimento, sugiro que você se questione e reflita sobre sua noção de merecimento e crenças. Quanto você realmente acredita que merece viver um amor baseado na confiança, na lealdade e na intensidade? Quanto você realmente acredita que possa existir um amor assim? Pode apostar: se você não acredita nesta possibilidade, dificilmente vai viver uma relação que valha a pena, simplesmente porque esta opção não faz parte do seu universo.

E, por último, mais do que ansioso ou distraído, mantenha-se tranqüilo e seguro de que o amor acontecerá no momento certo. Nem antes e nem depois. Não é preciso que você busque desesperadamente. Apenas viva a partir do que existe de melhor em você e permaneça presente, atento ao que acontece ao seu redor. E todo o universo estará conspirando a seu favor, porque, afinal de contas, nascemos para amar e sermos amados.

Dra. Rosana Braga

Encontros: Menos Preparo - Mais Transparência


Segue uma pergunta:

"No primeiro bate papo,o que mais agrada a maioria das mulheres? Quais assuntos as agrada mais, sentimentais,emocionais,práticos,sexuais, outros?"

Assim como essa outras comumente entram em minha caixa postal. Perguntas em torno do que dizer, sobre o que conversar, como agir, como se apresentar, enfim como "ser" em um encontro. Acho muito curioso e sempre me chama a atenção quando me deparo com essas dúvidas pois elas estão na contramão do natural da vida. Frente a essa circunstância surgem algumas ideias que pretendo dividir com vocês.

Começo pela ideia da insegurança. Insegurança em um certo grau e nível todos temos, ela existe, faz parte da vida e é também necessária. Todos temos um ou alguns pontos geradores de medo, mas é importante reparar quando eles superam o que sabemos ter de potencial e qualidades, quando falam mais alto a ponto de travarem nossa vida. A insegurança controlada pode ser nossa aliada. Nos leva a questionar, a querer melhorar, a ampliar nossa capacidade. Em exagero, pode paralisar e impedir de seguir adiante.

Em seguida, temos a perda da naturalidade. Muitas vezes o preparo exagerado para um encontro extrai o melhor dele, aquilo que seria o inesperado. Pensar em como agir, no que falar e como se apresentar pode significar a perda do espontâneo e por consequência tornar tudo bastante artificial. A troca entre duas pessoas precisa ser absolutamente livre e verdadeira, caso contrário existe uma imensa chance de frustração. Por pior ou melhor que se seja, por mais próximo ou mais distante do que o outro busca a melhor aposta é sempre em si mesmo. Se não agradar uma pessoa com certeza agradará a seguinte. Mas é sempre melhor que se agrade por seu natural do que por sua artificialidade.

Uma terceira possibilidade seria continuar agindo como se fosse uma página de perfil no site e se adequar ao que se imagina que o outro queira ou continuar seguindo critérios pré estabelecidos de personalidade e características, digo pré estabelecidos pois é muito difícil se limitar a dizer tudo sobre si mesmo em poucas palavras. No site, um perfil composto é apenas um recorte do todo amplo e complexo que é um ser humano. Sei que por mais sincero que se seja ao compor o perfil a realidade é que ele será lido e avaliado por terceiros então é mais do que natural que se queira despertar o interesse do outro. Em contrapartida, na vida real não adianta querer despertar o interesse do outro ao tentar descobrir sobre o que a pessoa gosta de conversar, assim como não se desperta o interesse do outro se você for loira e ele desejar uma morena. Assuntos em comum surgem naturalmente sem que para isso precise fazer qualquer tipo de preparo, não é um jogo de cena, é vida. O interesse de alguém por uma outra pessoa pode estar onde menos se imaginava, pode estar até em um "defeito". Enfim nunca sabemos o que de fato agradará o outro, deixe-o descobrir no curso natural dos encontros.

Em seguida, acredito que corre-se o risco de generalizar o ser humano como se todos pudessem ser iguais e igualmente agradados. A pergunta diz "o que a mulheres mais gostam de ouvir?". É uma ideia simplista e limitante. E novamente ao se preocupar com que o outro "gosta de ouvir" corre-se o risco de criar um personagem artificial e sem graça a longo prazo. Mulheres, homens, tanto faz, todos gostam de ouvir o que é transparente e verdadeiro, gostam e desejam se relacionar com o ser humano real, aqueles que se valorizam pelo que são.

Minha sugestão é que não se esforcem tanto para agradar o outro quando nunca se saberá exatamente o que lhe agrada. O melhor meio de garantir sucesso nos encontros é sendo apenas quem você é já que sustentar uma conversa ou um encontro inteiro baseado no que se imagina que a pessoa queira ouvir pode ser exaustivo, desgastante e por fim frustrante para os dois lados. Como já disse a melhor aposta é sempre em si mesmo, aposte nas suas qualidades, no que sabe fazer bem, no seu carisma, considerando sempre que se para alguns você não é interessante para outros você pode ser a pessoa mais divertida, bonita e interessante que há.

Um abraço, Juliana

Como a autoestima pode ajudar ou atrapalhar os relacionamentos



Como a autoestima pode ajudar ou atrapalhar os relacionamentos

“Estou me sentindo burra, feia e velha”; “será que vou conseguir alguém que se interesse por mim?”; “será que sou tão feio assim?”; “será que tem algo errado comigo que assusta os pretendentes?”. Essas foram algumas das frases/perguntas que estavam em mensagens que me chegaram recentemente. Em todas elas, chama minha atenção uma mesma característica: a dúvida sobre a própria capacidade de gerar interesse no outro. Na primeira frase citada sequer parece haver uma dúvida, mas uma certeza de ter características negativas. Mas, por que será que tantas pessoas questionam sua beleza, inteligência e capacidade ao terem decepções? Até que ponto esses questionamentos – mais do que as características que essas pessoas podem realmente ter – têm relação com o insucesso destes usuários no Site? Pensemos um pouco sobre isso.

Todas as frases que citei parecem revelar a autoestima daqueles que as escrevem. A autoestima, tão mencionada hoje em dia em reportagens e programas de televisão, nada mais é do que a confiança que temos em nós mesmos. Se eu tenho uma boa autoestima, me considero, por exemplo, bonita, inteligente e capaz. Se, por outro lado, tenho uma autoestima baixa, posso me ver feia, burra e incapaz. Há situações que podem abalar nossa autoestima. O insucesso nos relacionamentos é uma dessas situações. Se nos sentimos rejeitados, podemos nos crer desinteressantes, sem atrativos.

Nesses casos, o abalo na autoestima tende a ser temporário: aos poucos acabamos nos recuperando e voltamos a nos sentir interessantes. Acontece, no entanto, que, para alguns, a autoestima permanece abalada. Nesses casos, geralmente a pessoa já não tinha muita confiança em si, e a decepção amorosa surge apenas como uma “confirmação” do que ela própria já pensava. Desta forma, se eu me achava feia e tive uma frustração, é como se o mundo estivesse confirmando que sou realmente feia. Assim, não são exatamente as experiências ou as outras pessoas que provocam a queda da autoestima. Antes de qualquer coisa, já havia pouca confiança em si mesmo.

Quando falta confiança em si mesmo, a tendência é que as experiências de frustração gerem uma espécie de “bola de neve”. A autoestima baixa faz as pessoas se acreditarem feias, burras, desinteressantes e isso acaba as levando a se mostrar desta maneira aos outros. Basta notar que, quando nos sentimos bem, acabamos transmitindo nosso bem-estar aos outros, que acabam nos percebendo mais bonitos e interessantes, Quando, por outro lado, nos sentimos mal, feios, desinteressantes, acabamos passando isso para as demais pessoas, que deixam de nos ver como atraentes. As frustrações, que acontecem com toda e qualquer pessoa, acabam funcionando como confirmações da impressão que já havia antes. Desta forma, a autoestima torna-se cada vez mais baixa, e, por isso, torna-se cada vez mais difícil ter uma experiência de sucesso nos relacionamentos.

Mas o que fazer para que nos vejamos de uma maneira positiva? Em outras palavras, como ter uma boa autoestima? Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que ter uma autoestima boa ou baixa não é algo que decidimos, que fazemos por uma opção racional e consciente. Por esta razão, se nos percebemos como pessoas desinteressantes, é preciso que tentemos entender os motivos para nos vermos assim. É preciso que questionemos quais são nossos parâmetros. Se eu me acho feia, por exemplo, estou me comparando com quem? Será que estou usando como referência algo que existe, que é possível? Ou será que não me acho bonita por confundir beleza com perfeição – perfeição essa que não existe? Quando uma pessoa se desvaloriza, isso não significa que ela não tenha qualidades. Significa, isso sim, que ela não consegue enxergar suas qualidades. Geralmente quando essas qualidades são apontadas pelos outros, a pessoa tende a diminuí-las, como se elas não fossem tão importantes assim. Minha sugestão, portanto, está relacionada justamente a poder enxergar o que cada um tem de positivo. Somos seres humanos e por isso a perfeição é impossível. A imperfeição completa, da mesma maneira, também não existe. Cabe a cada um perceber o que tem de bom, o que nos faz uma pessoa interessante, agradável, atraente. É preciso que nossas qualidades sejam nossas aliadas, que sejam usadas em nosso favor. Em vez de enaltecer as imperfeições que percebemos em nós mesmos, é preciso que destaquemos nossas qualidades. Antes disso, é necessário que consigamos enxergar, em nós mesmos, nossas virtudes. Podendo fazer isso, seremos capazes de nos mostrar pessoas interessantes, inteligentes, bonitas. A beleza não está apenas nos olhos de quem vê. Antes de tudo, ela está na maneira como cada um se vê.
Dra. Mariana Santiago Matos

Artigos sobre namoro e relacionamento.


Artigos sobre namoro e relacionamento.

Seu amor não é correspondido? Pare de tentar encontrar os motivos...

Poucas situações na vida são mais angustiantes do que viver um amor não correspondido. No entanto, pouquíssimas são as pessoas que nunca experimentaram algo semelhante. Ou seja, amar e não ser amado é, em última instância, uma dor comum, embora bastante pessoal.

E por que será que ainda assim, sendo tão recorrente e fazendo parte da história de bilhões de seres humanos, continua sendo tão difícil lidar com o fato de que o outro não está a fim de continuar ou sequer de começar um relacionamento com a gente?

O fato é que aprender a lidar com a frustração da não correspondência de qualquer sentimento, especialmente dos mais intensos e profundos, é uma das mais duras e importantes lições de todos nós!

A começar pela capacidade de compreender que a razão de o outro não gostar de você da mesma forma que você gosta dele não tem a ver com quem você é exatamente. Ou seja, você certamente é alguém com qualidades suficientes para ser amado, entretanto, isso não é garantia para que a química de um encontro dê certo.

Quando falamos de amor, desejo e vontade, temos de considerar que sempre existe mais de uma parte envolvida. É a máxima do dito popular que avisa que “quando um não quer, dois não brigam” ou não se amam, como é o nosso caso. Mas os motivos pelos quais uma pessoa não corresponde o seu amor estão longe de ser passíveis de explicação lógica.

Amamos e não amamos por motivos inefáveis, que não estão ao alcance das palavras ou da inteligência racional. Talvez isso explique por que, algumas vezes, amamos aquela pessoa não aprovadas pela maioria de nossos amigos e familiares. Ou por que, noutras vezes, não conseguimos amar aquela que todos dizem ser a ideal para nós, a perfeita.

Esta é a prova de que ficar se consumindo na tentativa de compreender, logicamente, por que o outro não está correspondendo nosso amor é inútil, ineficiente e só nos faz doer mais ainda. Esta é a prova, sobretudo, de que não ser amado por determinada pessoa não é um veredito, não é uma sentença, não é o fim.

Talvez, muito pelo contrário, seja apenas o começo. Seja a nossa grande chance de descobrir uma alternativa melhor. Sim, porque não prevemos o futuro. Não sabemos o que virá. E por isso mesmo deveríamos confiar um pouco mais no fluxo do Universo.

Certamente já aconteceu com você de considerar um acontecimento péssimo, desastroso e, depois de alguns dias ou meses, ter se dado conta de que algo muito lindo, maravilhoso e imperdível só aconteceu porque havia o espaço deixado pelo que havia considerado um “desastre”.

Enfim, não ser correspondido hoje é ruim, eu sei. Dói. E por isso mesmo, sugiro que você chore, esperneie, desabafe e faça o que for possível, dentro das opções saudáveis, de preferência, para esgotar sua frustração e se sentir melhor. Porém, não se destrua, não se acabe e não tome as circunstâncias como determinantes de sua infelicidade.

Permita-se viver um dia de cada vez, apostando que cada noite que chega significa que você está mais distante da tristeza e mais perto de uma nova alegria. Permita-se acreditar que o sol voltará a brilhar em seu coração mais cedo do que você imagina... E siga o fluxo da existência.

E assim, certo de que ser correspondido é tão possível quanto não ser, e que essa é uma verdade que vale para todas as pessoas deste planeta – até mesmo para aquelas consideradas as mais lindas e sensuais – levante-se, lave esse rosto, vista-se como se fosse celebrar e faça um brinde a si mesmo, ao amor e ao melhor que está por vir!
MSN

Jabor - Gostem ou não, o texto é imperdível!


- Brasileiro é um povo solidário. Mentira.
Brasileiro é babaca.

Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade. ..
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.



- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
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- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
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- Brasileiro é um povo honesto. Mentira...

Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

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- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira..

Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
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- O Brasil é um pais democrático. Mentira..

Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

Democracia isso? Pense !

O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa...

O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...

O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:

O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

Arnaldo Jabor

Atração Sexual e a Pele no MSN Vídeo

Atração Sexual e a Pele no MSN Vídeo: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

sábado, 9 de outubro de 2010

Café a melhor Bebida de todos os Tempos


"A expansão da cultura do café e o crescimento do consumo geraram uma demanda que logo atingiu importância internacional. Atualmente, o café é o segundo item mais comercializado no mundo. Sua importância econômica influenciou a história social, econômica e política de muitos países, sobretudo a do Brasil."

A lenda mais difundida sobre a origem do café conta que um jovem pastor da Abissínia (hoje Etiópia, na África) percebeu que as suas cabras ficavam agitadas depois de comerem algumas frutas vermelhas de certa árvore. Ele pegou algumas dessas frutas e preparou uma bebida. Depois de bebê-la, observou ter mais disposição para o trabalho. Da África, o café migrou para a Arábia, onde começou a ser cultivado. Do século XIII em diante, passou a ser largamente produzido, dando início a uma forte indústria. Na Pérsia, os grãos foram torrados pela primeira vez. O fruto ganhou tanta importância, que os reis árabes proibiram que os pés de café saíssem de seu país. Não tardou, porém, que contrabandistas introduzissem sementes e mudas de café em outras regiões. A expansão da cultura do café e o crescimento do consumo geraram uma demanda que logo atingiu importância internacional. Atualmente, o café é o segundo item mais comercializado no mundo. Sua importância econômica influenciou a história social, econômica e política de muitos países, sobretudo a do Brasil. O café foi introduzido no Brasil em 1727, por Francisco de Mello Palheta, que conseguiu algumas sementes e cinco mudas na Guiana Francesa. O café foi cultivado com o estímulo oficial da Coroa portuguesa, no Sudeste e Sul do país, onde o clima era mais propício. Foi assim que se iniciou um dos principais ciclos econômicos da nossa história: o Ciclo do Café. Durante o século XIX, a Coroa portuguesa viveu uma crise gerada pelo esgotamento das minas de ouro de Minas Gerais e pela estagnação do mercado de açúcar. Uma nova fonte de exploração econômica foi encontrada no café, cuja demanda mundial vinha crescendo em larga escala. A cultura do café encontrou no Sudeste as condições ideais para seu desenvolvimento: terra fértil, clima adequado, altitude ideal e abundante mão-de-obra remanescente da época da mineração. Inicialmente, as plantações se concentraram na região da Tijuca, no Rio de Janeiro. Logo se expandiu, galgando a serra do Mar e se instalando definitivamente no vale do Paraíba, local mais ideal para seu cultivo. A crescente importância econômica fez dos produtores de café de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais - os chamados "barões do café" - o centro da elite dirigente do Império e da República, até meados do século XX. Em sua época áurea, o café foi responsável por mais da metade das divisas obtidas nas exportações brasileiras. Entre as várias espécies de café existentes, duas são as mais cultivadas no mundo: a Coffea arabica (café arábica) e a Coffea canephora (café robusta). O tipo arábica produz o café de melhor qualidade, de aroma intenso e variados sabores. O tipo robusta originou-se na África Central. Não é um café de sabores variados, mas é muito utilizado nos cafés solúveis devido às suas propriedades químicas. Seu teor de cafeína tem o dobro do encontrado no arábica.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Jorge Picciani Foi Eleito Senador


Jorge Sayed Picciani (Rio de Janeiro, 25 de março de 1955) é um pecuarista e político brasileiro com base no Rio de Janeiro.

Tendo passado pelo PDT, e filiado ao PMDB desde 1995, foi presidente da Assembleia Legislativa do Rio de 2003 a 2010, quando deixou o cargo para concorrer ao Senado. Antes disso, foi, durante 6 anos primeiro-secretário da Alerj, no período em que o hoje governador Sérgio Cabral Filho presidiu a casa (1995-2007). No governo Brizola, foi secretário de Esportes e presidente da Suderj.

Picciani é casado com Marcia Picciani há 32 anos. Além dos três filhos, é avô de 5 netos.

Biografia
Carreira política e investimentos

Caçula de 4 irmãos, pai padeiro e mãe doceira, Picciani nasceu no subúrbio do Rio (Mariópolis) e estudou no Colégio Pedro II, na cidade do Rio de Janeiro. Formou-se em duas faculdades: ciências contábeis, pela UERJ, e estatística, pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas.

Trabalhou como auditor fiscal e estatístico do IBGE. Quando ingressou na política, pelas mãos do constituinte Marcelo Cerqueira, então no PSB, já era produtor rural. Elegeu-se pela primeira vez em 1990 e reelegeu-se deputado estadual quatro vezes. Preside a Alerj desde 2003. Nas quatros vezes em que foi eleito (as votações para a Mesa Diretora ocorrem a cada dois anos), concorreu sozinho à Presidência e teve praticamente a unanimidade dos votos. Tem bom trânsito em todos os partidos. É conhecido no meio político como "homem de palavra".

Picciani tornou-se pecuarista em 1984, quando adquiriu sua primeira fazenda, a Monte Verde, em Rio das Flores, no Sul Fluminense. A princípio, tratava-se de uma propriedade de leite e café, mas, nos anos 90, passou a dedicar-se à reprodução assistida de gado. Hoje, o Grupo Monte Verde, que concentra suas fazendas em Uberaba, Minas Gerais, e no Mato Grosso, é uma referência nacional em produção de alta genética para as raças Nelore e Gir leiteiro. O principal executivo do grupo é o zootecnista Felipe Picciani, 29 anos, o segundo dos três filhos (todos homens) de Picciani, que também preside a Associação Brasileira de Criadores de Nelore (ABCN), sediada em São Paulo. É o primeiro carioca a presidir a entidade em mais de 50 anos. O filho mais velho, Leonardo Picciani, 30, é deputado federal e o caçula Rafael, 24, ocupa a presidencia da Juventude do PMDB da capital (Rio) desde novembro de 2009.

Os investimentos em tecnologia feitos pela Monte Verde levaram a empresa a ser a primeira a ofertar, num leilão realizado em 2006, um clone de vaca: o animal teve 50% de sua propriedade vendidas por R$ 1 milhão de reais. A Monte Verde também investe na pecuária verde: os pastos das propriedades são rotacionais e utilizam o Método de Pastoreio Voisin. Neles, os animais permanecem em piquetes por apenas 24 horas, voltando a ele após um ciclo aproximado de um mês. A divisão dos piquetes é feito por arames eletrificados, preferencialmente por energia solar. O crescimento do capim, cujo rebrote se dá em 24 horas, ajuda na absorção de CO2 da atmosfera, o que contribui para compensar parte do impacto da pecuária na produção de gases do Efeito Estufa.

A grande vantagem da genética é a melhoria dos rebanhos. Os descendentes de animais melhorados ajudam na produtividade dos plantéis. Dessa forma, um animal que levaria, sem ajuda da genética, quatro anos para estar em peso de abate, com o aprimoramento genético esse tempo é reduzido à metade, o que significa uma carne mais macia, com menos gordura e também redução de custos de criação. O Método Voisin, alem de ser bom para a natureza, também traz vantagens para o produtor, na medida em que ele tem mais controle sobre a qualidade do capim que o animal come. "Nas pastagens tradicionais, o boi come à maneira self service. No Voisin, a gente oferece o prato do dia", explica Felipe Picciani. Hoje, o Brasil é o maior exportador mundial de carne e a genética tem tudo a ver com isso.

Acusações

Em 2003, Picciani foi acusado de manter trabalhadores em regime de semi-escravidão em uma des suas fazendas em Mato Grosso, em São Félix do Xingu. No entanto, o próprio Ministério Público do Trabalho daquele estado entendeu que Picciani não tinha conhecimento da contratação e o declarou, em acordo homologado pela Justiça, inocente. Ele teria sido vítima de empreiteiros locais que arregimentaram ilegalmente trabalhadores para um serviço temporário na fazenda. O MP reconheceu que todos os funcionários permanentes da fazenda eram contratados pelo regime CLT, com todas as garantias trabalhistas. A maneira como a fazenda de Mato Grosso funciona, observando itens de segurança de trabalho, com escola e consultório médico e dentário que servem não apenas aos funcionários, mas também aos empregados de fazendas vizinhas - é usada hoje como um modelo para pelo Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso em palestras para fazendeiros locais. Picciani nem chegou a responder a ação pois não chegou sequer a ser indiciado. Por unanimidade, o conselho superior do MP do Rio de Janeiro, que tinha a competência da investigação pelo fato de ele ser deputado no Rio, arquivou a acusação.

Picciani já foi alvo de várias acusações em matérias de jornais de enriquecimento incompatível. Foi duramente investigado e todas as investigações concluíram pela compatibilidade de seus bens e rendas. Motivado por reportagens do Jornal O Globo, em 2004, Picciani, assim como dezenas de políticos fluminenses, respondeu a uma longa investigação sobre a origem de seu patrimônio. Dois anos e meio depois de iniciadas as oitivas, o Órgão Especial do Ministério Público do Rio de Janeiro arquivou, por unanimidade de votos, a investigação, concluindo pela "absoluta compatibilidade" entre receitas e patrimônio do deputado.

Chico Buarque - Mulheres de Atenas