Televisão
Longa Meu Nome Não É Narcisa vai contar a vida da socialite, que nesta segunda vai ao ar em Mulheres Ricas, reality show com milionárias da Band
Rodrigo Levino
O não povo na TV: Show de bola: Val Marchiori, Narcisa Tamborindeguy, Lydia Sayeg, Brunete Fraccaroli e Debora Rodrigues. Adriana de Moura (e de maiô) integrou o elenco do programa de Miami (Lailson Santos/Danielle Buljan) "Eu vim ao mundo para mostrar que a vida é bela, que as pessoas precisam ter fé e esperança"
Por cachês que foram de 40.000 a 100.000 reais, as ricaças toparam expor seus mundos de luxos, regalias, grifes e champagne, muito champagne. Durante três meses, uma equipe da produtora argentina Cuatro Cabezas acompanhou o dia a dia delas, juntas e separadas. Forçadas ao convívio, expuseram diferenças e distribuíram alfinetadas entre si. Val, por exemplo, não poupou críticas a Narcisa, a quem acusa de "ter bebido o Rio de Janeiro inteiro" e de ser uma louca -- em termos médicos.
Narcisa, que entre as cinco tem a carreira mais longeva no mundo das celebridades e cujo dinheiro vem da herança do avô, falou ao site de VEJA sobre o programa, se negou a rebater as críticas de Val Marchiori e anunciou projetos para 2012, entre eles um filme com roteiro do seu namorado, o jornalista Guilherme Fiúza. Meu Nome Não É Narcisa vai contar a história da sua vida.
Durante as gravações do reality show, a socialite Val Marchiori lhe desferiu algumas alfinetadas. Disse que você era a mais pobre das cinco participantes, insinuou razões pouco abonadoras para o seu louco jeito de ser e disse que você já “bebeu o Rio de Janeiro inteiro”. O que tem a dizer sobre isso? Nada. Eu sou superior.
Por que você acha que o público gostaria de acompanhar sua vida em um reality show? Eu não sei se o público vai gostar. Espero que sim.
Há motivos para que gostem? Sim, porque é divertido, porque eu vim ao mundo para mostrar que a vida é bela, que as pessoas precisam ter fé e esperança. Dinheiro é importante, mas não é tudo, é apenas um meio para realizar os seus sonhos. E talvez o público conheça melhor quem eu sou, saiba que eu mantenho um orfanato, o Lar de Narcisa, e que faço um programa de rádio super legal, também.
Fale um pouco sobre o orfanato. São 200 crianças em Duque de Caxias. Sou madrinha da instituição há mais de 20 anos. Mantenho com dinheiro meu e arrecado mais com amigos, faço de tudo um pouco e visito as crianças uma vez por mês.
O programa vai ter uma segunda temporada? Acho que vai ficar só na primeira. Mas, se houver uma segunda, eu topo.
E para este ano, quais são os seus projetos? Bombar o meu programa de rádio, o Ai, Que Loucura!, que passa no Rio de Janeiro, em São Paulo e Buenos Aires. Também vou lançar um livro com as entrevistas que já fiz até agora, com gente super legal como a Maitê Proença. Se chamará Ai, Que Delícia! – vai se juntar aos outros dois, Ai, Que Loucura! e Ai, Que Absurdo!. E tem o meu filme, claro.
Um filme? Sim, se chamará Meu Nome Não É Narcisa e vai contar a minha história com um pouco de ficção. Meu namorado, o Guilherme Fiúza (autor do livro Meu Nome Não é Johnny), vai fazer o roteiro e criar uma personagem como eu. Sou apaixonada por ele.
Vocês planejam casar? Sim, este ano. Mas não vamos ter filhos.
As pessoas acham muito estranho que vocês estejam juntos, talvez por ele ser um jornalista conceituado e você ser conhecida por seu lado festeiro... Mas ele deveria namorar quem? A Marília Gabriela?
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/narcisa-tamborindeguy-estreia-em-reality-show-e-prepara-filme-sobre-sua-vida
VEJA
Depois da comilança do Natal, das festas de Ano Novo e de uma temporada de puro ócio, chega o momento de voltar ao trabalho. Aí rola um desânimo e nos primeiros dias é difícil pegar no tranco, não é mesmo? Mas saiba que isso é normal e acontece com a maioria dos profissionais. “A pessoa pode voltar ao trabalho com um pouco de preguiça, mas em até duas semanas deve recobrar o pique, caso contrário, está na hora de reavaliar a atividade profissional e a carreira”, afirma Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association (ISMA) no Brasil. 







Muita gente acaba comprometendo sua vida por publicar mensagens, fotos, depoimentos ou seja lá qual besteira for em redes sociais depois daquela balada. Sim, justo a que você bebeu mais do que deveria e se arrepende amargamente depois, quando vem a ressaca.



Vista dos prédios da região da Avenida Paulista, São Paulo 

Traição
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Thomas K. McInerny
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